Diary Entries in Portuguese

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Converti as moradas da Madeira e dos Açores para *.shp, *.osm e *.json. São dados importados do INE e referem-se a alojamentos. Não incluem o comércio e indústria.

Para editar transformações de coordenadas, criei já tudo em EPSG:4326 (WGS84).

Estão disponíveis na nextcloud em:

Estão por lá também as scripts de importação.

Se preferirem trabalhar só com os pontos de entrega do correio, em vez de terem o mesmo ponto repetido para cada endereço, como acontece nos prédios, criei uma tabela entregas.

A tabela entregas mantém toda a informação, pois estou a agregar a informação das diferentes moradas num único ponto.

Criei uma pasta Pontos de Entrega Continente onde têm uma exportação por concelho.

Para quem usar o QGIS, criei nessa pasta um geopackage continente.gpkg que tem as duas tabelas: moradase entregas.

Também fiz um dump do Postgresql, que está nessa pasta em enderecos-202103291045.backup.

Atenção: as shapefiles têm limitações no comprimento dos atributos. Algumas agregações estão truncadas (pelo limite de 255 carateres do formato shapefile.

Criação de uma tabela só com os pontos de entrega

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Para sistematizar a importação do continente, podem-se usar as seguintes scripts:

Sacar índices, gerar uma script para sacar os zips e sacar os zips:

#!/bin/bash

wget https://inspire.ine.pt/AD/atom/CDG_AD_BNM_pc_Norte_Atom.xml
wget https://inspire.ine.pt/AD/atom/CDG_AD_BNM_pc_Centro_Atom.xml
wget https://inspire.ine.pt/AD/atom/CDG_AD_BNM_pc_AML_Atom.xml
wget https://inspire.ine.pt/AD/atom/CDG_AD_BNM_pc_Alentejo_Atom.xml
wget https://inspire.ine.pt/AD/atom/CDG_AD_BNM_pc_Algarve_Atom.xml

awk '/Addresses_[0-9]+_EPSG3763.zip/ {print $3}' *.xml | sed 's/href=/wget /' > saca.sh

mkdir zips; cd zips; bash ../saca.sh

A script cria uma pasta zips com 278 zips (um para cada concelho do continente).

Para o restante processamento, usa-se o GDAL e uma base de dados PostgreSQL, onde é criada uma tabela moradas.

Nessa pasta, corre-se a seguinte script que processa concelho a concelho. Para cada concelho, são acrescentados os respetivos endereços à tabela moradas.

Script processa.sh:

#!/bin/bash

for filename in *.zip
do
    base="${filename%.*}"
    unzip $filename
    echo "${filename%.*}"
    GML_ATTRIBUTES_TO_OGR_FIELDS=YES GML_SKIP_RESOLVE_ELEMS=NONE ogr2ogr -f PostgreSQL PG:'service=osm' GMLAS:$base.gml -nlt CONVERT_TO_LINEAR
    psql service=osm -f insere.sql
    rm $base.gml    
done

A script processa.sh recorre a uma script SQL insere.sql, que é a seguinte:

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Na importação das moradas do INE, estava a perder o “nome do edifício”, que é importante. Nalguns casos, os endereços não têm número, mas têm “nome do edifício”, como é ilustrado na imagem seguinte (em Beja).

Assim sendo, a query para passar das múltiplas tabelas criadas a partir do GML para uma única tabela passa a ser:

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Posted by victorquaresma on 8 March 2021 in Portuguese (Português). Last updated on 14 March 2021.

Estações pluviométrica do Estado do Ceará fornecidas pela COGERH.

Fonte: http://i3geo.cogerh.com.br/i3geo/ogc/download.php#

No site da FUNCEME é possível baixar o histórico de cada estação. Site: http://www.funceme.br/produtos/script/chuvas/Download_de_series_historicas/DownloadChuvasPublico.php

man_made=monitoring_station monitoring:weather=yes weather:rain_gauge=yes

Posted by Jorge Gustavo Rocha on 7 March 2021 in Portuguese (Português). Last updated on 8 March 2021.

O INE disponibiliza um conjunto de moradas relativas a alojamentos, no formato ATOM

O serviço é apenas um índice. O serviço em si divide-se em partes:

Dentro de cada índice, há dois links para cada município com a mesma informação: um no sistema de coordenadas Portuguesas EPSG:3763 e outro em Europeias ETRS:4258.

Por exemplo, para o meu município, Ílhavo, terei que usar o índice da zona centro e descarregar:

wget http://inspire.ine.pt/AD/atom/gml/Addresses_0110_EPSG3763.zip

Não é fácil ler e transformar o GML em algo usável num editor de OSM. Mas como é um processo automatizável, aqui fica a descrição do processo. O que aqui fiz para Ílhavo, pode ser feito para qualquer outro concelho. Pode ser feito na linha de comandos. Vou usar o QGIS só para visualizar os dados.

Estou a utilizar o GDAL e uma base de dados PostgreSQL com Postgis.

Descompactar.

unzip Addresses_0110_EPSG3763.zip Inserir o GML em base de dados (num schema ilhavo)

GML_ATTRIBUTES_TO_OGR_FIELDS=YES GML_SKIP_RESOLVE_ELEMS=NONE ogr2ogr -f PostgreSQL PG:'service=osm schemas=ilhavo' GMLAS:Addresses_0110_EPSG3763.gml -nlt CONVERT_TO_LINEAR

Na base de dados, transformar as inúmeros tabelas numa única com as moradas e respetivos atributos.

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Location: Costa Nova, Gafanha da Encarnação, Ílhavo, Aveiro, 3840-455, Portugal

Tenho uma breve experiência usando dados abertos e públicos para melhorar o OpenStreetMap e quero compartilhar algumas dicas que para mim ajudaria não só no meu trabalho mais no compartilhamento de dados geográficos abertos. Aqui me refiro preferencialmente a prefeituras mas essas dias também são validas a outros órgãos públicos e empresas caso queiram.

defina uma licença

Um dos principais problemas quando encontro uma base de dados feita por uma prefeitura ou uma lista georreferenciada de equipamentos públicos é que nunca fica claro qual a licença dos dados, então como é recomendado pela comunidade do OSM que entre em contato com essas prefeituras, em um dos casos eu fui direto na prefeitura e os funcionários só me responderam que se está no site é de domínio público, oque deixa muito em aberto, em outro exemplo mandei e-mail perguntando se os dados poderiam ser adicionados no OSM, passado quase um ano e ainda não obtive uma resposta. A falta de uma licença clara gerar uma certa insegurança jurídica, duvido que uma prefeitura pediria para que os dados fossem removidos mas usuários mais puristas podem remover as alterações feitas com esses dados cinzas, mas para uma empresa pode ser mais complicado juridicamente usar dados sem uma atribuição correta. Então se você quer publicar geodados ou outros dados então opte por uma licença como [ODBL 1.0] (https://opendatacommons.org/licenses/odbl/1-0/) ou domínio publico. mas por favor não se esqueça de declarar sua licença!

Seja consciente

Não me estenderei nesse assunto mas outras pessoas irão confiar nos seus dados publicados então ao compartilhar tenha a certeza que esteja certo!

Use um git

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Posted by Betaslb on 8 January 2021 in Portuguese (Português).

Como todos sabemos a escola pública vive sempre com grandes dificuldades financeiras e por isso é impossível que estas obtenham os programas informáticos de que necessitam, uma vez que o custo das diversas licenças se torna incomportável. Assim, a utilização de programas de dados abertos torna-se na melhor solução, uma vez que gratuitamente nos permite trabalhar diversas competências com os alunos. O curso de Técnico de Desporto, da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade utilizou o UMAP para criar um mapa com os locais de nascimento dos jogadores de futebol da primeira liga portuguesa. Assim, será possível que toda a comunidade escolar perceba que o desporto, neste caso o futebol, é uma realidade intercultural e que fenómenos como o racismo, a xenofobia e a intolerância não podem pertencer a este mundo. O mapa intitula-se “Futebol em Portugal é intercultural!”

Location: 38.656, -27.214
Posted by NunoMASAzevedo on 24 November 2020 in Portuguese (Português). Last updated on 28 November 2020.

Hoje participei no primeiro Mapathon online dos Médicos Sem Fronteiras - Portugal. Foi o primeiro evento deste género realizado em Portugal pelos Médicos Sem Fronteiras e durante duas horas estivemos a mapear no ID e no JOSM uma área remota da Nigéria. Foi utilizada a plataforma Zoom para a videoconferência. Após um explicação inicial por João Antunes, dos Médicos Sem Fronteiras - Portugal, que explicou a extrema dificuldade que as equipas humanitárias enfrentam no terreno devido à falta de informação geográfica e cartográfica de algumas áreas do mundo, passamos a uma apresentação mais prática sobre as tarefas de mapeamento, sendo essa informação prestada por Renata Castro e Diego Paiva, da equipa Médicos Sem Fronteiras - Brasil. Foi utilizado o Tasking Manager da HOT (https://tasks.hotosm.org/) e escolhemos para mapeamento a task 9422 (https://tasks.hotosm.org/projects/9422), por ser uma das mais prioritárias no momento.

Location: Cantinho, São Mateus da Calheta, Angra do Heroísmo, Açores, 9700-551, Portugal
Posted by luisforte on 6 November 2020 in Portuguese (Português). Last updated on 25 May 2025.

O código postal foi criado nos finais do século XIX, com o objectivo de facilitar a distribuição de objectos postais.
Chegou a Portugal no final dos anos 70 do século passado.
Em OSM, é registado habitualmente com recurso às seguintes tags:

  • addr:postcode, para indicar o código postal de edifícios e partes deste, bem como de pontos de interesse (POI), normalmente complementado com as restantes tags addr:*
  • postal_code, para vias (highway=*) e algumas áreas quando estas partilham o código em toda a sua extensão.

Vale a pena colocar o código postal em OSM?
A informação nunca é demais em OSM. Eu, pessoalmente, actualizo códigos postais em OSM.
O código postal, complementado com a restante morada, num POI permite obter o endereço completo desse POI
(Embora quando se considere o endereço postal, o endereço em OSM só é válido assumindo que addr:postcode está complementado com addr:city, e que este city coincide com a designação postal, o que muitas vezes não sucede).
Se abusarmos na actualização do código postal, damos credibilidade a esta fonte, e esta é a forma de promover o OSM.
Os motores de busca estão permanentemente sujeitos a melhoramentos; na verdade, se fizermos a busca por “Rua da Freiria de Cima, 7000-899, Évora”, o mapa já devolve a localização com mais precisão.

Tudo isto, para insistir no que afirmo no primeiro parágrafo:
Não aplicar qualquer uma das tags addr:* a uma highway, mas a tag postal_code
Em POIs ou edifícios, não utilizar a tag postal_code mas o conjunto de tags addr:*.

Geração da URL

1-Baixe o plugin para o Chrome nesta URL: https://github.com/janosrusiczki/strava-heatmap-to-osm-background/archive/master.zip 2-Descompacte o plugin em alguma pasta do seu computador. 3-dentro da pasta descompactada do plugin edite o arquivo manifest.json (com bloco de notas), na linha 16 mude de [“heatmapToOSM.js”] para [“background.js”] 4-Abra o Chrome, clique nos 3 pontos e clique em Mais Ferramentas > extensões. 4 -Selecione a pasta descompactada e clique em carregar sem compactação 5 -Acesse o site https://www.strava.com/heatmap e faça o login. 6-após feito o login clique no ícone da extensão, isso copiará o endereço com os parâmetros necessários para vermos a camada em alta resolução. Image 1

Uso no ID:

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Posted by hvalentim on 3 October 2020 in Portuguese (Português). Last updated on 5 October 2020.

Versão convertida, segundo critérios descritos aqui, para o formato OpenStreetMap (OSM-XML) dos dados fornecidos em regime aberto pela Câmara Municipal de Lisboa.

Ficheiro para descarga: CMLisboa_Toponimia.zip (~1MB)

NB: Baseado no último dataset disponível à data de Julho de 2019. Uma versão mais actualizada dos dados originais CML parece estar disponível no sudomínio geodados.

Instrumento de apoio para proceder à conversão entre o esquema empregue no ficheiro em formato shape, fornecido pela Direcção Geral do Território, da mais recente COS (v.2018) - descrevendo os tipos de uso de solo em Portugal e nos Açores - e o formato openstreetmap (OSM).

Detalhes aqui: http://valentim.org/tabela-de-correspondencias-entre-categorias-da-carta-de-ocupacao-do-solo-2018-e-o-esquema

Motivação e Objetivo

Em 2016 eu realizei uma experiência no OSM, o objetivo é realizar o mapeamento básico do município de Jaguaribe-CE ( veja mais sobre esse projeto aqui: osm.org/user/narceliodesa/diary/39113 ) . Ao realizar o mapeamento dos rios percebi que praticamente só os grandes rios do Ceará estavam mapeados, e muitos de forma incompleta. Foi ai que resolvi dar um passo além, e em fevereiro de 2018 resolvi trazer para o OSM todo o mapeamento hidrográfico do Ceará.

Sobre a base de Dados

Para o mapeamento Hidrográfico utilizei a Base Hidrográfica Ottocodificada das Bacias Hidrográficas do Atlântico Nordeste Oriental e Base Hidrográfica Ottocodificada da Bacia do Rio Parnaíba produzida pela Agência Nacional de Águas - ANA. As bases pode ser obtida no Geo network da ANA no seguinte endereço http://bit.ly/2nsDa46 e https://metadados.ana.gov.br/geonetwork/srv/pt/main.home?uuid=6f9c7237-1ffd-46db-a095-98cc80c36482

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Location: -3.733, -38.531

Introdução

A Prefeitura de Belo Horizonte possui um portal de dados georreferenciados aberto ao público, disponível sob a licença ODbL. O portal possui diversos dados que seriam interessantes se fossem importados para o OSM, aumentando a cobertura do mapa na cidade de Belo Horizonte (atualmente apenas 2% dos prédios existentes em BH foram mapeados).

Como parte do meu projeto de importação destes dados, uma camada crucial para aumentar a quantidade de dados disponíveis na cidade é a de endereçamento, onde cada ponto representa um endereço diferente. Acredito que o OpenStreetMap poderá se beneficiar com a importação destes endereços, que, conforme observado acima, estão em falta em BH, devido à ausência de dados mapeados.

O problema

O grande problema deste projeto de importação é que os dados do portal da prefeitura não possuem as etiquetas utilizadas pelo OpenStreetMap, ou seja, se os dados fossem importados do jeito que estão, não haveria informação útil que pudesse ser extraída dos dados recém-importados. Portanto, o processo de importação requer uma intervenção para adequar a camada da prefeitura ao OpenStreetMap. Isso pode ser feito manualmente através do QGIS ou com o uso de scripts.

Para a camada de endereços, resolvi baixar em formato GeoJSON, por ser mais fácil modificar e extrair informações usando um script. A camada, em GeoJSON, possui diversos campos úteis para endereçamento e numeração predial. O objetivo do script é justamente converter estes campos para que possam ser utilizados pelo OSM.

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