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Diary Entries in Portuguese

Recent diary entries

Posted by Betaslb on 8 January 2021 in Portuguese (Português).

Como todos sabemos a escola pública vive sempre com grandes dificuldades financeiras e por isso é impossível que estas obtenham os programas informáticos de que necessitam, uma vez que o custo das diversas licenças se torna incomportável. Assim, a utilização de programas de dados abertos torna-se na melhor solução, uma vez que gratuitamente nos permite trabalhar diversas competências com os alunos. O curso de Técnico de Desporto, da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade utilizou o UMAP para criar um mapa com os locais de nascimento dos jogadores de futebol da primeira liga portuguesa. Assim, será possível que toda a comunidade escolar perceba que o desporto, neste caso o futebol, é uma realidade intercultural e que fenómenos como o racismo, a xenofobia e a intolerância não podem pertencer a este mundo. O mapa intitula-se “Futebol em Portugal é intercultural!”

Location: 38.656, -27.214
Posted by NunoMASAzevedo on 24 November 2020 in Portuguese (Português). Last updated on 28 November 2020.

Hoje participei no primeiro Mapathon online dos Médicos Sem Fronteiras - Portugal. Foi o primeiro evento deste género realizado em Portugal pelos Médicos Sem Fronteiras e durante duas horas estivemos a mapear no ID e no JOSM uma área remota da Nigéria. Foi utilizada a plataforma Zoom para a videoconferência. Após um explicação inicial por João Antunes, dos Médicos Sem Fronteiras - Portugal, que explicou a extrema dificuldade que as equipas humanitárias enfrentam no terreno devido à falta de informação geográfica e cartográfica de algumas áreas do mundo, passamos a uma apresentação mais prática sobre as tarefas de mapeamento, sendo essa informação prestada por Renata Castro e Diego Paiva, da equipa Médicos Sem Fronteiras - Brasil. Foi utilizado o Tasking Manager da HOT (https://tasks.hotosm.org/) e escolhemos para mapeamento a task 9422 (https://tasks.hotosm.org/projects/9422), por ser uma das mais prioritárias no momento.

Location: Cantinho, São Mateus da Calheta, Angra do Heroísmo, Açores, 9700-551, Portugal
Posted by luisforte on 6 November 2020 in Portuguese (Português). Last updated on 25 May 2025.

O código postal foi criado nos finais do século XIX, com o objectivo de facilitar a distribuição de objectos postais.
Chegou a Portugal no final dos anos 70 do século passado.
Em OSM, é registado habitualmente com recurso às seguintes tags:

  • addr:postcode, para indicar o código postal de edifícios e partes deste, bem como de pontos de interesse (POI), normalmente complementado com as restantes tags addr:*
  • postal_code, para vias (highway=*) e algumas áreas quando estas partilham o código em toda a sua extensão.

Vale a pena colocar o código postal em OSM?
A informação nunca é demais em OSM. Eu, pessoalmente, actualizo códigos postais em OSM.
O código postal, complementado com a restante morada, num POI permite obter o endereço completo desse POI
(Embora quando se considere o endereço postal, o endereço em OSM só é válido assumindo que addr:postcode está complementado com addr:city, e que este city coincide com a designação postal, o que muitas vezes não sucede).
Se abusarmos na actualização do código postal, damos credibilidade a esta fonte, e esta é a forma de promover o OSM.
Os motores de busca estão permanentemente sujeitos a melhoramentos; na verdade, se fizermos a busca por “Rua da Freiria de Cima, 7000-899, Évora”, o mapa já devolve a localização com mais precisão.

Tudo isto, para insistir no que afirmo no primeiro parágrafo:
Não aplicar qualquer uma das tags addr:* a uma highway, mas a tag postal_code
Em POIs ou edifícios, não utilizar a tag postal_code mas o conjunto de tags addr:*.

Geração da URL

1-Baixe o plugin para o Chrome nesta URL: https://github.com/janosrusiczki/strava-heatmap-to-osm-background/archive/master.zip 2-Descompacte o plugin em alguma pasta do seu computador. 3-dentro da pasta descompactada do plugin edite o arquivo manifest.json (com bloco de notas), na linha 16 mude de [“heatmapToOSM.js”] para [“background.js”] 4-Abra o Chrome, clique nos 3 pontos e clique em Mais Ferramentas > extensões. 4 -Selecione a pasta descompactada e clique em carregar sem compactação 5 -Acesse o site https://www.strava.com/heatmap e faça o login. 6-após feito o login clique no ícone da extensão, isso copiará o endereço com os parâmetros necessários para vermos a camada em alta resolução. Image 1

Uso no ID:

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Posted by hvalentim on 3 October 2020 in Portuguese (Português). Last updated on 5 October 2020.

Versão convertida, segundo critérios descritos aqui, para o formato OpenStreetMap (OSM-XML) dos dados fornecidos em regime aberto pela Câmara Municipal de Lisboa.

Ficheiro para descarga: CMLisboa_Toponimia.zip (~1MB)

NB: Baseado no último dataset disponível à data de Julho de 2019. Uma versão mais actualizada dos dados originais CML parece estar disponível no sudomínio geodados.

Instrumento de apoio para proceder à conversão entre o esquema empregue no ficheiro em formato shape, fornecido pela Direcção Geral do Território, da mais recente COS (v.2018) - descrevendo os tipos de uso de solo em Portugal e nos Açores - e o formato openstreetmap (OSM).

Detalhes aqui: http://valentim.org/tabela-de-correspondencias-entre-categorias-da-carta-de-ocupacao-do-solo-2018-e-o-esquema

Motivação e Objetivo

Em 2016 eu realizei uma experiência no OSM, o objetivo é realizar o mapeamento básico do município de Jaguaribe-CE ( veja mais sobre esse projeto aqui: osm.org/user/narceliodesa/diary/39113 ) . Ao realizar o mapeamento dos rios percebi que praticamente só os grandes rios do Ceará estavam mapeados, e muitos de forma incompleta. Foi ai que resolvi dar um passo além, e em fevereiro de 2018 resolvi trazer para o OSM todo o mapeamento hidrográfico do Ceará.

Sobre a base de Dados

Para o mapeamento Hidrográfico utilizei a Base Hidrográfica Ottocodificada das Bacias Hidrográficas do Atlântico Nordeste Oriental e Base Hidrográfica Ottocodificada da Bacia do Rio Parnaíba produzida pela Agência Nacional de Águas - ANA. As bases pode ser obtida no Geo network da ANA no seguinte endereço http://bit.ly/2nsDa46 e https://metadados.ana.gov.br/geonetwork/srv/pt/main.home?uuid=6f9c7237-1ffd-46db-a095-98cc80c36482

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Location: -3.733, -38.531

Introdução

A Prefeitura de Belo Horizonte possui um portal de dados georreferenciados aberto ao público, disponível sob a licença ODbL. O portal possui diversos dados que seriam interessantes se fossem importados para o OSM, aumentando a cobertura do mapa na cidade de Belo Horizonte (atualmente apenas 2% dos prédios existentes em BH foram mapeados).

Como parte do meu projeto de importação destes dados, uma camada crucial para aumentar a quantidade de dados disponíveis na cidade é a de endereçamento, onde cada ponto representa um endereço diferente. Acredito que o OpenStreetMap poderá se beneficiar com a importação destes endereços, que, conforme observado acima, estão em falta em BH, devido à ausência de dados mapeados.

O problema

O grande problema deste projeto de importação é que os dados do portal da prefeitura não possuem as etiquetas utilizadas pelo OpenStreetMap, ou seja, se os dados fossem importados do jeito que estão, não haveria informação útil que pudesse ser extraída dos dados recém-importados. Portanto, o processo de importação requer uma intervenção para adequar a camada da prefeitura ao OpenStreetMap. Isso pode ser feito manualmente através do QGIS ou com o uso de scripts.

Para a camada de endereços, resolvi baixar em formato GeoJSON, por ser mais fácil modificar e extrair informações usando um script. A camada, em GeoJSON, possui diversos campos úteis para endereçamento e numeração predial. O objetivo do script é justamente converter estes campos para que possam ser utilizados pelo OSM.

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Posted by luisforte on 26 November 2019 in Portuguese (Português). Last updated on 27 November 2019.

A base de dados que contém os dados do ecossistema OSM tem várias regras que resultam em constrangimentos, normalmente impostos pela lógica e bom senso ou ainda pelo impacto que pode ter no seu desempenho da base de dados.
A precisão geográfica, por exemplo, é algo que não é suficientemente perturbador para levantar qualquer preocupação a quem mapeia ou a quem consulta o mapa.
As coordenadas geográficas de um node, são registadas no SGBD PostgreSQL utilizando o sistema de referência WGS84.
Dado que esta base de dados (core do OSM) não usa quaisquer tipos de dados geométricos proporcionados pela extensão postgis, os valores de latitude e longitude são guardados em duas colunas de tipo inteiro, após multiplicar aqueles valores por 1E7; O Cristo-Rei (Almada), situado aproximadamente no ponto ( -9.17133, 38.6785918) ficará registado com o valor -91713300 na coluna longitude e 386785918 na coluna latitude.
Esta resolução, com precisão de até 0,0000001 do grau, permite localizar com precisão objectos do tamanho de uma moeda de 2 euros.
Não será um constrangimento para este tipo de aplicação.
Relativamente a conteúdos, existem diversos constrangimentos. Às tag aplicadas a qualquer elemento: quer o nome da tag quer o seu conteúdo não podem ultrapassar os 255 caracteres, cada.
Outro constrangimento, daqueles que praticamente nunca depararemos, é o limite de 50.000 elementos afectados num Changeset.
Um outro constrangimento, este mais conhecido, é o limite de 2.000 nodes por way.

Posted by Betaslb on 21 October 2019 in Portuguese (Português).

Quando pensei em acompanhar 4 jovens portugueses, numa mobilidade Erasmus+, a Heidelberg, com mais um colega professor e participar no State of the Map 2019, considerei que deveris ser interessante, mas que para alguém das áreas das TIC ou da Geografia deveria ser MESMO fantástico. Para mim, alguém das literaturas, seria mais uma etapa de aprendizagem, como todas as que se relacionam com o nosso maravilhoso projeto, EuYoutH OSM. Estava enganada, redondamente enganada… Foi, para quem gosta de aprender, das experiências mais ricas e profícuas que já abracei. em 3 dias de SotM 2019 interagi pessoas oriundas de: Colômbia, Nicarágua, Bolívia, Estados Unidos da América, França, senegal, Burundi, Burkina Faso, Canadá, Alemanha, Espanha, Irlanda, Roménia; Uganda, Japão, Togo, Turquia, Hungria, Tanzânia, Madagáscar, Guiné-Conacri, Croácia, Brasil, Itália, Inglaterra, Escócia, Congo, Índia, Bélgica… Acho que não me esqueci de nenhum… Trocámos ideias, pontos de vista e alargamos a nossa mundividência. Falar do SotM e não falar das conferências, não faria sentido. Se quiserem ler sobre a perspetiva de quem gosta do OSM, mas não é perita em OSM, aui vai: umas conferências foram mais técnicas, outras tão acessíveis, como foi o caso da de Pierzen ou de Manfred Reiter… Em todas entrei uma e saí outra, saí mais rica. A organização foi excelente, tudo a horas, com boas condições técnicas e físicas. Um sucesso! E, de repente, dei por mim, no meio de tanta gente tão diferente, de tantas latitudes e longitudes e a pensar: “eu tenho tanta sorte de fazer parte deste grupo de gente que partilha comigo a ideia fulcral do OSM - o conhecimento é feito por todos e para todos!”. Por último, tenho de acabar esta pequena reflexão, agradecendo ao meu mentor OSM que, em boa hora, nos desafiou a participar no SotM 2019 e a crescer mais um pouco. Obrigada derFred.

Location: Sé, Angra do Heroísmo, Açores, 9700-032, Portugal

Dado o desafio mensal, aqui ficam algumas ligações úteis sobre os Açores:

Nota: uso de servidores WMS com o JOSM

Posted by luisforte on 28 September 2019 in Portuguese (Português). Last updated on 15 October 2019.

Inúmeras vezes deparamos com tags que apresentam valores incorrectos, algo designado como “dirty data” nos sistemas de armazenamento de dados. [building=casa], é um exemplo que todos já terão visto. Alguns destes erros são causados por distração, outros pelo desconhecimento das regras que indicam quais os valores aplicáveis a uma tag.
A identificação de todos estes erros num só passo, é a melhor forma de permitir a sua correcção, ao invés daquela que fazemos ao editar o mapa quando deparamos casualmente com um exemplo isolado.
Overpass QL possibilita a extração desta informação numa qualquer região.
Vamos aqui analisar, como exemplo, a sanidade da tag waterway.
Neste exemplo, a listagem de todos os valores contidos na tag waterway e do respectivo número de ocorrências em Portugal, pode ser obtido com a execução da query https://overpass-turbo.eu/s/MGf .
Os resultados desta query discriminam o somatório por tipo de objecto ( node, way e relation), sendo apresentada a soma destes três valores na coluna total.
Hoje, 28 de Setembro, a execução desta query devolve o seguinte resultado:


waterway	nodes	ways	relations	total
boatyard	13	25	5	43
canal	0	4836	11	4847
dam	42	692	25	759
ditch	0	2091	1	2092
dock	7	34	3	44
drain	1	3890	3	3894
fairway	0	1	0	1
fish_pass	0	1	0	1
fountain	1	0	0	1
fuel	9	0	0	9
harbour	0	1	0	1
lake	0	12	0	12
lock	2	0	0	2
lock_gate	25	4	0	29
pressurised	0	2	0	2
pumping_station	3	1	0	4
reservoir	0	79	1	80
resservoir	0	2	0	2
river	0	2800	116	2916
riverbank	0	875	98	973
sanitary_dump_station	0	1	0	1
screen	2	0	0	2
spillway	0	1	0	1
stream	4	29510	80	29594
turning_point	1	0	0	1
water	0	1	0	1
water control box	1	0	0	1
water_point	1	1	0	2
water_well	1	5	0	6
waterfall	335	17	0	352
weir	238	459	2	699
yes	4	42	0	46

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Posted by Betaslb on 22 September 2019 in Portuguese (Português). Last updated on 27 September 2019.

Alguns editores do WeeklyOSM tiveram a possibilidade de se encontrar e conhecer, durante o grandioso evento State of the MAP 2019, em Heidelberg, na Alemanha. Foi muito curioso poder ver o rosto de cada nickname que vemos, semana após semana, a traduzir e a levar ao mundo as notícias da comunidade OSM. Juntos assistimos à palestra de Manfred Reiter, na qual pudemos aperfeiçoar os nossos conhecimentos editoriais de weeklyOSM. Na primeira fotografia, podemos ver derFred (DE-Alemanha), Yoviajo (ES-Bolivia), polyglot (EN-ES-FR Belgica), jcoupey (FR-Francia), pierzen (FR-Canada), SK53 (EN-UK), NunoMASAzevedo (PT-Azores), Betaslb (PT-Azores). Na segunda fotografia, podemos ver Nakaner (DE-Alemanha), Doktorpixel14 (DE), - new member Kleper (ES-Colombia), - SK53 (EN-UK), NunoMASAzevedo (PT-Azores), Betaslb (PT-Azores)., co-funder of weeklyOSM arta_ionescu (EN-Romania), derFred (DE), Jinalfoflia (EN-India), Yoviajo (ES-Bolivia).

SotM 2019

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TENHO TIDO DIFICULDADES COM A IMPORTAÇÃO DOS MEUS TRILHOS PARA OSM DAME SEMPRE UM ERRO NA IMPORTAÇÃO

Parece que seu ficheiro GPX 07_08_2019_07_16_07_2019_08_07_07_16_07.gpx com a descrição jsjsjsjbdjx e com as seguintes etiquetas: jziisksnskk falhou na importação. Erro:

0 points parsed ok. Do they all have lat,lng,alt,timestamp? Pode encontrar mais informação sobre erros em importações GPX e como evitar que ocorram novamente em: osm.wiki/GPX_Import_Failures